quinta-feira, 2 de julho de 2009

A mega sena da universidade federal


Desculpe por estar sem postar tenque estudar tambmém né? rsrsrsrsrs


Agora, pergunto a vocês

Será que os estudantes estão gostando de servirem de cobaia?

Como iremos respoder 180 questões e fazer uma redação?

A prova foi feita pra quem estuda certo? Mas uma pessoa estudando não terá o tempo necessario para mostrar que estudou. Com certeza uma pessoa chutando poderá passar pois ninguem terá tempo de resolver centenas de questões e fazer uma redação.

O novo enem virou a mega sena do ensino federal brasileiro.

domingo, 12 de abril de 2009

apoio o meu post anterior

Essa reportagem divulgada no site da globo é de imensa profundidade pois fala que esse enem unificado não mudará nada o contexto das esoclas federais, somente dificultará alunos de escolas pública entrarem pra uma boa universidade pública. Se não acreditarmos em uma especialista em educação vamos acreditar em engravatados sentados atrás de uma mesa só mandando na educação brasileira sem conhecer aos verdadeiros dilemas da mesma?

Opinião de especialista encontrada no site globo vestibular

Opinião: Mesmo com novo Enem, vaga continuará com aluno de particular
Antes de mudar o vestibular, é preciso reformular as escolas públicas.Igualdade de condições está longe de existir no ingresso às faculdades

Estamos nos deparando com um movimento que parecia quase impossível: mudar a atual forma de selecionar os estudantes para o ingresso nas universidades. A proposta do ministro da Educação, Fernando Haddad, é que o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) substitua os vestibulares nas 55 universidades federais do país.
Para tanto, haveria uma reformulação do exame que constaria de 200 questões de múltipla escolha divididas da seguinte forma: linguagens, matemática, ciências humanas e ciências da natureza. E uma redação. A prova seria aplicada em dois dias. Até aí, muito parecida com o vestibular. Inclusive, a nota do Enem já é um dos critérios de seleção em algumas universidades.
grande crítica que se faz aos vestibulares é que ele privilegia o conteúdo em detrimento do raciocínio. Com isso, criaram-se escolas cujo único objetivo é o de colocar os alunos nas faculdades mais concorridas (públicas). Já o Enem, prioriza as habilidades de raciocínio e a interpretação de texto.

Quem já passou por um curso preparatório para o vestibular, deve se lembrar daquelas musiquinhas para memorizar fórmulas matemáticas. A memorização é algo importante em provas assim.
O novo modelo propõe que as duas coisas sejam valorizadas na prova: o conhecimento e as habilidades de pensamento. Não consigo vislumbrar outra forma de se avaliar um aluno que não seja essa.

Com isso, espera-se que as escolas comecem a se transformar, trabalhando não só os conteúdos exigidos bem como a capacidade de pensar dos estudantes. É incrível, mas já ouvi várias pessoas dizerem ter aprendido a pensar depois de ingressarem num curso superior (após um mínimo de 11 anos nos bancos escolares).
A outra crítica que se faz aos vestibulares é de ser elitizado: estão dentro das melhores faculdades, na sua maioria pública, alunos que fizeram colégios caros e que poderiam pagar uma faculdade. Sobram poucas vagas para aqueles que realmente necessitam de um ensino gratuito.

Segundo dados do Enem 2007 em São Paulo, entre as 20 melhores escolas classificadas havia uma estadual e uma federal. Todas as outras eram da rede particular.
Novo conceito de ensino
Um dos objetivos desta mudança é, segundo o ministro Haddad, o de criar um novo conceito de ensino no país, deixando de favorecer os estudantes com poder aquisitivo maior. Ponto para a mudança.

No entanto, são as escolas particulares que têm maiores condições de acompanhar essa transformação. Elas vão correr atrás para continuarem colocando seus alunos dentro das faculdades. Agora com a vantagem para os alunos de desenvolverem seu pensar. O que não é tarefa fácil. Passar conteúdos é mais simples. Ou seja, tudo continuará como
antes no acesso as faculdades.

Há uma necessidade fundamental e anterior à mudança no vestibular: a reformulação das escolas públicas de nível médio e fundamental. Inclusive para que os alunos provenientes delas possam competir em pé de igualdade por uma vaga nos bons cursos superiores. Sem isso, qualquer forma de selecionar vai parecer injusta.
Porém, não é na seleção que está a injustiça (não tem jeito, tem mais aspirantes que vagas nas universidades). A luta por um lugar ao sol sempre vai existir, assim como é na natureza (como é difícil a vida dos animais selvagens). Injustas são as condições de luta oferecidas de maneira desigual. A igualdade de condições está longe de existir no ingresso às faculdades.
Boa Páscoa a todos.
(Ana Cássia Maturano é psicóloga e psicopedagoga)

sábado, 11 de abril de 2009

Utfpr apoia o novo Enem

Hoje entrei no site da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e li uma *matéria escrita pelo seu reitor Carlos Eduardo Cantarelli. Nela ele apoiava a substituição do vestibular pelo Enem.
Tendo esse apoio ele teria que pelo menos citar os motivos, mas desejo informar que ele não disse nenhum. Como alguns reitores apóiam sem disserem motivos? Eainda relata que isso diminuiria o desgastes dos alunos das famílias em fazerem vários vestibulares.
É lógico que se no Brasil tivesse uma taxa única dos vestibulares das federais e estaduais seria mais fácil é difícil mas não sei como ninguém pensa nisso. Fazer vários vestibulares são varias possibilidades, agora uma pessoa que for mal no Enem não terá outra oportunidade. Pensem nisso!!!

*Fonte da matéria citada: http://www.utfpr.edu.br/materia.php?id=130&tipo=noticias

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Com incentivo de 200 milhões para 55 universidades é muito?


O governo propôs um auxílio de 200 milhões para aeitarem essa proposta. Será que isso é uma forma de comprar as universidades? Com certeza não aposto que as universidades lucram mais com vestibulares do que elas dividirem essa fatia em 55. Veja na tabela ao lado os investimento anuais dos países em que o ministro se baseou.
Observação: investimento por aluno
EUA investem mais de 12000 doláres por aluno anuais o BRASIL cerca de 1000 doláres nessa pesquisa internacional. Existem outras em que nosso país apresenta ainda menos investimento, ouseja, o idealismo do ministro não levou em consideração que o Brasil investe 12 vezes menos em educação do que EUA.

Porque querem mudar o vestibular?

Segundo o ministerio da educação querem mudar porque o vestibular é decorreba. Pra quem estuda que nem eu é impossivel você decorar todas as materias. Você tenque aprender.
Outro motivo é que esse modelo ocorre também nos EUA, mas eles esquecem de comparar as caracteristícas socioêconomica da população, o investimento governamental na educação e qeu lá o processo seletivo não se restringe somente a uma prova mais sim em um acompanhamento durante o período escolar do aluno. Lá a concepção de universidade é diferente é incentivado o esporte universitário. O Brasil não investe nem 5% do PIB em educação, como poderemos ter um método de aprendizagem usado em um país desenvolvido se somos subdesenvolvidos. Não há chanches de trazer benéficios educacionais e sim aumentar a desigualdade entre ricos pobres nas federais.Temos primeiro que investir brutalmente em educação depois pensar nisso.

Vestibular e nervosismo

Será que uma mudança para um único processo seletivo deixaria os vestibulando menos ansiosos? Não só aumentaria pois seria tudo ou nada. "Mas pensando bem fazer um vestibular de 200 questoes em 2 dias e uma redação não deixaria ninguem cansado ou nervoso pois poderia escolher 5 universidades". Na realidade não é isso que ocorrerá pois uma redação com 64 questoes em um dia já é muito pouco tempo imagina 100 e uma redação.
Da-lhe Ministro da Desistrução.

NOVO ENEM BURRICE OU IGNORÂNCIA?


Esse novo Enem seria nada mais que um vestibular unificado no qual o vestibulando só teria uma unica chanche no semestre. no qual nosso "inteligênti" ministro propôs essa mudança nos moldes dos EUA. Mas vamos comparar, como um aluno pobre do nordeste terá dinheiro para bancar sua estadia em outra região, inventariam uma bolsa universitaria, não. Pensando bem o EUA tem um desenvolvimento anos luz de nos, no qual a base do ensino deles é igual em todo territorio estadunidense, não existe ensino medio ou fundamental privado. Porém no Brasil existe como um aluno de escola pública competirá com os de escolas particulares? Não sei mas pelo jeito isso foi uma maneira inventada pelo nosso ministro de tirar alunos da universidade federal brasileira.